terça-feira, 18 de março de 2014


Dia do Pai



Ser pai é uma missão. Não é apenas reprodução Ser pai é dar amor, carinho e protecção Ser amigo leal nas horas certas E severo com brandura quando for preciso Para educar e mostrar o caminho certo Nos quais os filhos vislumbrarão Uma referência a seguir Pai é protecção e segurança Quando suas mãos buscam as mãos dos filhos Eles sentem-se seguros e protegidos E caminham lado a lado sem temor Mesmo que estejam temerosos De enfrentar qualquer obstáculo que surgir Em suas vidas e caminhos Pai é o amigo para as brincadeiras É o confidente nas angustias É o sorriso na alegria É o companheiro nas tristezas É o amparo no cansaço E o colo quando o sono chega Velando com ternura o meu adormecer E se eu ficar doente, o franzir de sua testa. Reflecte a preocupação e busca logo os recursos Para que eu possa logo sarar Esse é o meu pai Aquele homem bondoso Que eu sempre vou amar!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O meu primeiro dia de estágio.


O meu primeiro dia de estágio, fiquei um bocado curiosa e ansiosa porque estava preocupada como seria que me ia safava e como os meninos e a Educadora iam me receber. Mas depois fique contente porque correu tudo bem mais que eu esperava. Também no início estava intimidada por não saber como conviver com os meninos. Mas eles foram muitos carinhosos comigo e por isso mesmo já estava a vontade e meu nervosismo passou porque eles gostaram de mim. E eu também gostei muito deles e também porque fui muito paciente com todos eles. Eu também senti que eles já tinham uma amizade comigo. E isso no entanto foi bom porque os meus medos passaram. Quando o meu dia chegou ao fim já estava cansada, porque me diverti muito e foi um cansaço saudável por ter convivido com todos.



terça-feira, 12 de novembro de 2013


Lenda de São Martinho



Num dia tempestuoso ia São Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante e gelada.     São. Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo. E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade.     Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor.     Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos homens o acto de bondade praticado pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a bênção dum sol quente e miraculoso. 





quinta-feira, 9 de maio de 2013

Os tres porquinhos





ERA UMA VEZ três porquinhos que viviam na floresta com a sua mãe. Um dia, como já estavam muito crescidos, decidiram ir viver cada um em sua casa. A mãe concordou, mas avisou-os:
- Tenham muito cuidado, pois na floresta também vive o lobo mau, e eu não vou estar lá para vos proteger…
- Sim mamã! – Responderam os três ao mesmo tempo.
Os porquinhos procuraram um bom lugar para construir as suas casas e, assim que o encontraram, cada um começou a fazer a sua própria casa.
O porquinho mais novo, que só pensava em brincar, fez a sua casa muito rapidamente, usando palha. O porquinho do meio, ansioso por ir brincar com o mais novo, juntou uns paus e depressa construiu uma casa de madeira. O porquinho mais velho, que era o mais ajuizado, lembrou-se do que a sua mãe lhe tinha dito, e disse:
- Vou construir a minha casa de tijolos. Assim terei uma casa muito resistente para me proteger do lobo mau.
É claro que foi o que demorou mais tempo a construir a casa mas, no fim, estava muito orgulhoso dela, e só aí se juntou aos seus irmãos para brincar.
Um dia andavam os três porquinhos a saltar, muito divertidos, quando aparece o lobo mau:
- Olá! Vejo três deliciosos porquinhos à minha frente.
Ao verem o lobo mau, fugiram, cada um para a sua casa.
O lobo, que estava cheio de fome, chegou ao pé da casa do porquinho mais novo, e disse:
- Cheira-me a porquinho! Sai daí que eu vou-te comer! Se não saíres, deito a tua casa de palha abaixo…
E vendo a casa de palha à sua frente, soprou tão forte, que fez a casinha ir pelo ar!
O porquinho assustado correu para a casa do irmão do meio, que tinha uma casa de madeira.
Quando o lobo lá chegou, gritou novamente:
- Cheira-me a porquinho! E eu estou com tanta fome que vos vou comer aos dois…
E com dois sopros, conseguiu deitar a casa de madeira abaixo.
Os dois porquinhos mais novos correram então, apavorados, para a casa do irmão mais velho, que era de tijolo.
O lobo, vendo que os três porquinhos estavam todos numa só casa, exclamou, louco de alegria:
- Cheira-me a porquinho! E mais fome não vou eu ter, pois apanhei três porquinhos para comer!
Então o lobo encheu o peito de ar e soprou com toda a força que tinha, mas a casinha de tijolos não se mexeu nem um bocadinho. Aliviados, os três porquinhos saltaram de contentes. Mas o lobo não desistiu, e disse:
- Não consegui deitar a casa de tijolos abaixo nem derrubar a sua porta mas eu tenho outra ideia… esperem que já vão ver! E começou a subir o telhado, em direcção à chaminé.
Os porquinhos mais novos ficaram aflitos mas o mais velho, que era muito esperto, colocou no fogão, por baixo da chaminé, um grande caldeirão de água a ferver.
O lobo, ao entrar pela chaminé, caiu no caldeirão de água quente e queimou o rabo, fugindo o mais rápido que podia para o meio da floresta. Os dois porquinhos agradeceram ao seu irmão mais velho, e aprenderam a lição.
 Deste lobo mau, nunca mais se ouviu falar…

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013


Mexe o  Guga


A musica do Guga é muito divertida para as crianças dançarem.






quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Lengalengas

1,2,3
1,2,3
Acerta o passo Inês
Damos meia volta
Damos outra vez
Damos outra vez
Ó menina Carlota
1,2,3
Damos todos meia volta

A criada lá de cima
A criada lá de cima
É feita de papelão,
Quando vai fazer a cama
Diz assim ao patrão:
Sete e sete são catorze,
Com mais sete vinte e um,
Tenho sete namorados
E não gosto de nenhum.


Ai o "i", Ai o "o" Ai o "u"
Ai o "i" tão interessante,
com um chapéu todo galante.
i i i i i
Ai o "u" com duas pernas,
e duas antenas que parecem lanternas.
u u u u u
Ai o "o" com a barriga cheia,
comeu o mel da minha colmeia.
o o o o o
u u u u u
i i i i i

De pópó, vem o O
E gira na mó
Por fim vem o U
No seu comboio
A fazer U-u-u-u

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Os Caricas - Sou Uma Taça



Esta musica é bom para um crianças porque eu acho que é muito gira e as crianças quando ouvem esta musicas começam a dançar e a cantar.